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Nascida em Fortaleza, com mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Galciani é professora na FAAP e na Universidade Federal do Ceará. Autora do livro "Exercícios críticos: gestos e procedimentos de invenção" (Educ- SP e Fapesp, 2016), desenvolve ainda atividades relacionadas à crítica e acompanhamento de artistas. Galciani Neves será uma das poucas mulheres à frente da área artística de um Museu de grande porte no Brasil. Com sua contratação o MuBE reafirma o seu papel na busca pelo incentivo a novos talentos e à diversidade.

No MuBE, Galciani partirá do trabalho tão bem desenvolvido por Cauê Alves, que durante os últimos quatro anos esteve à frente do cargo, deixando um legado importante para o Museu que poderá ser visto na exposição online "Obras projeto: novo acervo do MuBE".

Segundo Galciani Neves, olhando para o escopo do MuBE que une arte, arquitetura e meio-ambiente, e as atividades que têm sido desenvolvidas nos últimos quatro anos, encontra-se, muito claramente, um desejo de ocupação e fluxo de pessoas, o que lhe parece a linha guia da construção de propósito do próprio museu, transparecendo o que diz a frase do trabalho do artista uruguaio Luis Camnitzer: "Todo museu é uma escola". Para a curadora é importante ainda fortalecer o MuBE como um lugar mais democrático, mais inclusivo, mais atento às nossas urgências e pautas identitárias, aprofundando os laços do Museu com a cidade.

 

Sobre Galciani Neves

Nascida em Fortaleza, em 1978, com profícua convivência com música, cultura popular e literatura, Galciani Neves construiu uma sólida trajetória que mescla pesquisas acadêmicas, atividades de ensino (graduação, pós-graduação, ensino não-formal), contribuições em processos de criação de artistas, atuação em importantes instituições brasileiras, realização de curadorias dentro e fora do Brasil, interlocução com projetos educativos, edição de publicações e produção de textos. Obteve o título de mestre (2009) em Comunicação e Semiótica na PUC-SP com a dissertação "Tramas comunicacionais e procedimentos de criação: por uma gramática do livro de artista" e o título de doutora (2014) na mesma instituição com a tese "Crítica como criação: procedimentos e estratégias comunicacionais dos exercícios críticos no Brasil".

Em 2007-2008, foi assistente de curadoria de Eduardo Brandão no Espaço Tijuana - Galeria Vermelho, assistente de curadoria de Cecilia Almeida Salles na exposição Transitivos na Mostra SESC de Artes e na exposição Redes da Criação no Itaú Cultural. Foi professora na PUC-SP no curso de Comunicação e Multimeios entre 2008 e 2012. Entre os anos de 2009 e 2013 atuou como produtora de conteúdo, assistente de curadoria e professora de história da arte na Fundação Bienal de São Paulo. Também foi crítica residente na Casa tomada. Entre 2014 e 2016, foi Coordenadora do Núcleo de Pesquisa, projetos e ação educativa do Instituto Tomie Ohtake. Atualmente, é professora do Curso de Artes Visuais, da Pós-Graduação em Estudos Curatoriais e da Pós-Graduação em Práticas Artísticas Contemporâneas na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Também é professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará. E coordena a Escola Entrópica no Instituto Tomie Ohtake.

 

Sobre a exposição Obras-projeto: novo acervo do MuBE

Sob a condução de Cauê Alves, como Curador-chefe, e graças à colaboração de diversos artistas e associados, o MuBE tem passado por um processo de revitalização que começou em 2016 e tem amadurecido desde então. O novo programa de expansão do acervo do MuBE tem como objetivo a formação de uma coleção de projetos de artistas, apresentada na presente mostra. A particularidade dessa nova coleção do Museu, em linha com o século XXI, onde vivemos a valorização e o reconhecimento da importância da ideia, é que em vez de guardar a parte física das obras, o novo acervo é construído de obras imateriais, muitas vezes efêmeras. Assim, a nova coleção de obras-projeto do MuBE é também um arquivo de proposições artísticas. Os projetos são realizados para as exposições e quando elas terminam são desfeitos. O museu armazena registros e documentação para futuras remontagens. Mais do que apenas abrigar obras no sentido tradicional, o MuBE adquire o direito de realizar os projetos dos artistas de acordo com as indicações e instruções catalogadas. O acervo é constituído a partir da digitalização de documentos, armazenados em um banco de dados virtual. Assim, a memória e a experiência do que ocorreu são preservadas para que outras exposições possam ser montadas. O MuBE, ao se especializar no entendimento, pesquisa e preservação de obras-projeto, cria um acervo de ideias fundamental para a reflexão sobre o aspecto transitório de projetos em arte contemporânea.

Galciani Neves, curadora-chefe do MuBE<br />Foto divulgação

Galciani Neves, curadora-chefe do MuBE
Foto divulgação

MuBE anuncia Galciani Neves como nova curadora-chefe

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a4&holofote comunicação
São Paulo

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