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Com o objetivo de incentivar a criatividade, o distanciamento social e a produção audiovisual na quarentena, a mostra virtual e festival reúne curtas de até cinco minutos de realizadores e criativos de todo o país e está disponível gratuitamente on-line

O distanciamento social é o objeto de investigação da mostra virtual e festival Curta Quarentena, que reúne 267 curtas-metragens de até cinco minutos produzidos #EmCasa por profissionais do setor Audiovisual e por criativos durante a pandemia. Os filmes estão em cartaz nas redes sociais e no canal do YouTube da mostra e podem ser assistidos de qualquer dispositivo com acesso à internet.

A mostra nasceu com o objetivo de fomentar a produção criativa no período e é um dos 1.500 projetos contemplados no edital emergencial #CulturaPresenteNasRedes, da SECECRJ, que selecionou ideias de idealizadores e produtores de cultura do estado do Rio de Janeiro. O Curta Quarentena recebeu inscrições de todo o país entre 21/7/2020 e 21/8/2020 e culminará com o anúncio dos dez curtas finalistas em 12/9/2020. O curta vencedor, escolhido por um júri técnico, será anunciado no dia 19/9/2020.

O filme escolhido receberá como prêmio o valor arrecadado na vaquinha virtual do Curta Quarentena. Integram o júri a atriz e produtora Miriam Freeland, o ator e diretor Roberto Bomtempo, a roteirista Renata Sofia, o cineasta Lufe Steffen, o cineasta e pesquisador baiano Bruno Machado, o diretor e editor Henrique Alqualo, e a Revista Philos. O festival é idealizado pelo jornalista Mario Camelo, realizado pela Prisma Colab, com patrocínio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro e apoio da Movimento Carioca Produções e da Revista Philos.

“Além de incentivar o distanciamento social e a criatividade nesse período, o Curta Quarentena se transformará num memorial virtual de histórias e olhares da quarentena, pois todos os vídeos recebidos ficarão disponíveis permanentemente nas redes do evento e no YouTube. Com a vaquinha, ainda apoiaremos os realizadores, incentivando a arte e a produção artística nesse período tão difícil”, explica Mario Camelo, idealizador do projeto.

Não foram permitidos vídeos com imagens feitas na rua, a não ser de arquivo, e nem aglomeração na produção ou nas imagens dos curtas selecionas. As obras apresentam as mais diversas perspectivas possíveis sobre o distanciamento social: ficção, experimentais, poemas, musicais, documentários...

“As 267 propostas recebidas foram as mais diversas e criativas possíveis, o que mostra que tem muita gente aproveitando o distanciamento social para produzir arte, contar uma história ou apenas se inspirar com as próprias reflexões, transformando ideias em obras audiovisuais”, conclui Camelo.

Jurada do festival, a roteirista Renata Sofia aposta na criatividade e na diversidade de projetos. "Se tem uma coisa que ficou posta nesses últimos meses é que a experiência do isolamento não é igual ou democrática para todo mundo. Pude perceber as diversas estratégias de cada um para passar por esse momento do jeito que conseguiu: se fez bolo, se jogou nas lives, se partiu para leitura, se afogou em cursos, se virou pra criar uma renda do caos... A proposta do Curta Quarentena nos permite olhar pra si e pro outro também. A gente vai demorar a entender esse fenômeno todo que estamos passando e estamos criando esse registro diverso”.

Sobre
Idealizador

Mario Camelo: Mario Camelo é jornalista, assessor de imprensa e produtor cultural. Já atuou como repórter no jornal O Globo, no jornal Extra e foi editor de conteúdo na TV Globo, além de produtor no Disney Channel Argentina. Tem passagem pela comunicação institucional da Unasul, OAB Nacional e da Ancar Ivanhoe. É o criador da Prisma Colab, agência de Assessoria de Imprensa e produção de conteúdo especializada em Música, Teatro e Arte.

Jurados

Miriam Freeland: Miriam Freeland estreou profissionalmente aos 15 anos. Sua formação foi no tradicional Teatro O Tablado/RJ e é graduada em História da Arte pela UERJ e em Artes Cênicas pela CAL. Como atriz se destacam os seguintes trabalhos: “Tomo suas mãos nas minhas”, de Carol Rocamora, direção Leila Hipólito (Indicada ao Prêmio Shell 2010 de melhor atriz) que também produziu; “Hedda Gabler”, direção Michel Bercovitch e Floriano Peixoto; a premiada montagem de “Pluft, o Fantasminha”, direção Cacá Mourthé; “Espia uma mulher que se Mata”, direção de Daniel Veronese e Marcelo Subiotto e “Um Sopro de Vida”, de Clarice Lispector, direção de Roberto Bomtempo e Daniel Dias da Silva, onde ambas também esteve como diretora de produção. Na televisão seus principais trabalhos são: “Poder Paralelo” de Lauro Cesar Muniz; “Um Só Coração” de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, “Esperança” de Benedito Ruy Barbosa e “Cravo e a Rosa” de Walcyr Carrasco. Sua estreia no cinema foi o longa metragem “Cine Holliúdy” de Halder Gomes (indicada na categoria Melhor Atriz do Prêmio Quem) e “Mão na Luva”, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de Roberto Bomtempo e José Joffily que lhe render o Prêmio de Melhor Atriz no FestNatal.

Sobre Roberto Bomtempo: Roberto Bomtempo é um ator, diretor e produtor que desde o início de sua carreira transita constantemente entre o teatro, o cinema e a televisão, tendo sido premiado diversas vezes em festivais nacionais e internacionais ao longo de seus trinta anos de profissão. Em teatro dirigiu, entre outras, as peças:  "Besame Mucho" de Mario Prata, “Um Sopro de Vida” de Clarice Lispector, “Barrela” de Plínio Marcos, “Capitães de Areia” de Jorge Amado. Sua estreia como diretor de cinema foi no premiado longa metragem “Depois daquele Baile”, com Lima Duarte, Irene Ravache e Marcos Caruso e dirigiu também o longa “Mão na Luva” onde ganhou ao lado de José Joffily o Prêmio de melhor direção no Festival de Cinema de Natal. Na televisão dirigiu as novelas: “Chamas da Vida”, “Luz do Sol” e “Bicho do Mato” na TV Record e os documentários “Barretos” e “Moda Country” para o canal Multishow. Fundou e dirigiu por 5 anos a Oficina de Atores da Rede Record de Televisão. Como ator, participou de mais de 30 longas, dezenas de novelas e peças de teatro. Formou-se em Artes Cênicas pela Faculdade CAL.

Sobre Renata Sofia: Roteirista da TV Globo. Autora e roteirista do longa original "MC Estrela", em produção pela Kromaki. Roteirista colaboradora da série infantil “Detetives do Prédio Azul” (12 e 13 temporadas); das séries de ficção em desenvolvimento “Ladrão que Rouba Ladrão”, “Paixão FC”, “Sonhos Suburbanos” e “Dissonantes”; e das séries animadas “Arabela”, “Get Along Gang” e do desenvolvimento do Núcleo Criativo da 2Dlab. Participou do painel “Afrobrasilidades” com o projeto original de série infantil "O Laboratório do Porão" no Rio Content Market 2017. Selecionada para o 1º Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual - Flup, Film2B e TV Globo. Formada pela UERJ em Comunicação Social, trabalhou por quatro anos na TV Globo como produtora de conteúdo web.

Sobre Lufe Steffen: Cineasta, jornalista, escritor, ator e cantor, formado em Comunicação – Rádio & Televisão na Universidade Metodista, além de formação técnica como ator na Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Como cineasta, escreveu e dirigiu 10 curtas-metragens ficcionais e 2 longas documentais, os premiados “São Paulo em Hi-Fi” (2016) e “A Volta da Pauliceia Desvairada” (2012), ambos sobre a noite LGBT paulistana. Roteirizou e dirigiu “Cinema Diversidade”, série documental para TV em 10 episódios, sobre o cinema brasileiro LGBT do século XXI, exibida pelo canal Prime Box Brazil em 2018, e inspirada em seu próprio livro “O Cinema que Ousa Dizer Seu Nome” (2016, Editora Giostri). Publicou ainda o livro “Tragam os Cavalos Dançantes” (2008). Acaba de rodar seu 1º longa de ficção, o musical queer “Nós Somos o Amanhã”. Atualmente ministra oficinas de cinema, versando sobre temas como Cinema x Teledramaturgia, LGBTs no Cinema Brasileiro e Cinema Queer Mundial. Em 2018 criou e realizou o 1º Workshop de Roteiro Audiovisual para Pessoas Trans, produzido em parceria com a Codorna Filmes. Mantém o canal Naftalufe, no YouTube, onde apresenta programas semanais sobre a cultura pop vintage do século XX.

Sobre Bruno Machado: Pesquisador de Cinema e de Mídias Digitais, com foco em ensaios audiovisuais e documentários. Mestre em Meios e Processos Audiovisuais, na linha Poéticas e Técnicas, pela Universidade de São Paulo (USP). Graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), com intercâmbio em Artes Visuais no Instituto Politécnico de Bragança (Portugal-IPB). Em 2013, integrou a equipe de curadoria da Mostra Competitiva do IV CachoeiraDoc e, em 2014, juntamente com o Estúdio de Serviços para Cinema, desenvolveu o projeto Caixa Cinematográfica, vencedor do edital Economia Criativa 2013 – 4/2014 da Secretaria de Cultura da Bahia. Atualmente, integrando o grupo de pesquisa LabArteMídia (USP), investiga as possibilidades de uso dos recursos de sistemas computacionais na criação de ambientes virtuais e de conteúdos audiovisuais digitais e interativos. Sobre esse domínio, tem publicado os artigos: “Percepções e proposições para a montagem em obras de realidade virtual/360º: um estudo de caso do filme Step to the Line”, disponível nos Anais do XV ENECULT (Nov., 2019) e “Percepções e proposições sobre interatividade narrativa na Televisão Digital”, disponível na Revista Movimento (Out., 2017). Para além, também possui interesse em debater sobre sistemas opressores, representação e identificação LGBTQIA+ nos meios audiovisuais.

Sobre Henrique Alqualo: Sócio da MOA Filmes, produziu e editou o filme “Narciso em férias”, selecionado para o festival de Veneza de 2020. Foi indicado ao prêmio MTV Miaw na categoria melhor clipe por “Flor de Aruanda”, de Rael, filmado em Angola. Dirigiu recentemente o programa “Os ímpares” para o canal Curta!, e o DVD “Ofertório”, de Caetano Veloso com os filhos. Dirigiu clipes de artistas como Emicida, Elza Soares, Mahmundi, Rael, Falcão, Fióti, Silva, MC Cabelinho, entre outros. Dirigiu a série documental da turnê de Emicida no Japão. Registrou a turnê de Caetano Veloso e Gilberto Gil pela Europa, Estados Unidos e Américas. Dirigiu e editou o DVD “Dois amigos, um século de música”, de Caetano Veloso e Gilberto Gil, que concorreu a DVD do ano no Prêmio da Música Brasileira.

Sobre Revista Philos: A Philos é uma casa editorial que transforma as afinidades literárias e artísticas em instrumentos de cooperação entre os povos latinos. A Revista Philos ISSN 2527-113X publica estudos literários em línguas latinas e inglês, que reflexionam acerca das questões da latinidade, etnografia, estudos afro-atlânticos e ibero-americanos, centralidades periféricas, feminismos plurais, ações e práticas educativas, arte e literatura de povos originários, manifestações culturais e tradições orais comunitárias, arte poética e estudos contemporâneos.

Serviço

Curta Quarentena

Divulgação do vencedor: 19/09/2020

Todos os curtas recebidos serão postados, gradativamente, nas redes sociais do Curta Quarentena. Siga:

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- Vaquinha Curta Quarentena

<br />Imagem divulgação


Imagem divulgação

Curta Quarentena

happens
from 21/07/2020
to 19/09/2020

source
Prisma Colab
Rio de Janeiro

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