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entrevista ISSN 2175-6708

sinopses

português
O arquiteto paisagista José Tabacow conta sobre sua formação e as possibilidades abertas ao trabalhar com Burle Marx. Relata ainda sua atuação enquanto professor e as divisões equivocadas entre paisagismo e urbanismo, paisagem natural e urbana.

english
Landscape architect José Tabacow tells about his training and the new possibilities when working with Burle Marx. He also reports his role as a teacher and the mistaken divisions between landscaping and urbanism, natural and urban landscape.

español
El arquitecto paisajista José Tabacow cuenta sobre su formación y las posibilidades abiertas al trabajar con Burle Marx. Divulga sus actividades como maestro y divisiones equivocadas entre el paisajismo y el urbanismo, paisaje natural y urbano.

como citar

PIPPI, Luis Guilherme Aita; GABRIEL, Letícia de Castro; NOGUEIRA, Ana Paula. Relatos em arquitetura paisagística. Entrevista com José Tabacow. Entrevista, São Paulo, ano 19, n. 076.02, Vitruvius, nov. 2018 <http://agitprop.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/19.076/7177>.


Ana Paula Nogueira: Você poderia comentar como se deram os envolvimentos culturais nos anos 60?

José Tabacow: Se pegar a produção da música popular brasileira, por exemplo, no momento em que apareceram Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque de Holanda, Geraldo Vandré, Paulinho da Viola, Edu Lobo, sabe... depois mais tarde, outra leva dos nordestinos. Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Elba Ramalho – esse pessoal aí é dessa época. Era uma época de intensa atividade cultural no Rio de Janeiro. Um pouquinho depois do golpe, o governador do Rio, do Estado da Guanabara que já não existe mais, era o Carlos Lacerda. E 1965 foi o quarto centenário do Rio do Janeiro, então nós tivemos um ano de intensidade muito grande de acontecimentos culturais. Eu vi de regentes de vários países Rio. Veio toda a Orquestra da Filadélfia com Eugene Ormandy que era um grande nome da época em regência sabe, em gravação de música clássica. Foi a primeira audição americana da Carmina Burana que estreou no Rio de Janeiro no centenário. Então era uma época de teatro, de música e tinha show de música popular pipocando por tudo que é lado. A gente, lá no escritório, tinha um grupo de umas dez pessoas que íamos a shows duas a três vezes por semana... Candeia, Nelson Cavaquinho, Elton Medeiros, ou então os novos, Chico Buarque, MPB-4. Foi muito vívida esta época.

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