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interview ISSN 2175-6708

abstracts

português
O texto apresenta conversa com a arquiteta e professora Zaida Muxí Martínez e a pesquisadora Daniela Abritta Cota sobre a relação entre cidade, política e gênero. A entrevista ocorreu no mês de julho de 2018 em Santa Coloma de Gramenet e em Barcelona

english
This text presents a conversation with the architect and professor Zaida Muxí and the researcher Daniela Abritta Cota on the relation between city, politics and gender. The interview took place in July 2018 in Santa Coloma de Gramenet and in Barcelona

español
El texto presenta conversación con la arquitecta y profesora Zaida Muxí y la investigadora Daniela Abritta Cota sobre la relación entre ciudad, política y género. La entrevista ocurrió en el mes de julio de 2018 en Santa Coloma de Gramenet y en Barcelona

how to quote

COTA, Daniela Abritta. Entrevista com Zaida Muxí. Cidade, política e gênero. Entrevista, São Paulo, ano 18, n. 075.02, Vitruvius, set. 2018 <http://agitprop.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/18.075/7123>.


Zaida Muxí Martínez, Barcelona, 2018
Foto Francesc Polop

Qual é o papel social e político de arquitetxs e urbanistas na contemporaneidade? O que significa aplicar a perspectiva de gênero na arquitetura e no urbanismo? Como podemos incorporar o olhar de gênero no desenho da casa e da cidade? Considerando o gênero como uma construção social, Zaida Muxí, reflete sobre a reprodução da estrutura patriarcal nos espaços públicos e privados. Ao desconsiderar os diferentes papéis sociais atribuídos às mulheres e suas necessidades cotidianas, a produção espacial e arquitetônica contemporânea materializa a dicotomia homem-mulher em relações assimétricas nas cidades. Para ela, a incorporação da perspectiva de gênero na arquitetura e urbanismo seria uma forma de visibilizar o papel e a realidade das mulheres e de ressaltar que as soluções para o espaço urbano não podem ser homogêneas e universais. Pensar o espaço urbano para todas e todos significa reconhecer a diversidade que caracteriza esses espaços, cabendo às intervenções urbanísticas oferecer as mesmas condições a homens e mulheres de exercer suas tarefas cotidianas. Neste sentido, a produção de espaços sob a perspectiva de gênero resulta numa cidade mais amável e inclusiva para todas e todos, viabilizando o direito à cidade.

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075.01

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