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O desenho
Vilanova Artigas, 1967
O campo de ação do arquiteto, nas condições do mundo contemporâneo, amplia-se cada vez mais. Não se trata de uma avaliação quantitativa — mais casas, mais cidades, mais serviços necessários. Seria afirmar o óbvio. Meu ponto de vista é o da estética. E melhor dito, significaria: as artes ganham, cada vez mais, raízes novas na vida social.
Postado: 16/08/2008
Edição: Ano I - Número 8
 
Construindo Tecidos
Anni Albers, 1946
Embora se suspeite que a retrospecção seja uma preocupação dos conservadores, ela também pode servir como um agente ativo, como um antídoto contra o sentido exultante do progresso que se apossa de nós de vez em quando. Ela nos mostra a devida proporção das nossas realizações e nos permite observar onde avançamos ou não, e talvez onde regredimos. Ela também pode nos sugerir novas áreas de experimentação.
Postado: 15/07/2008
Edição: Ano I - Número 7
 
Uma história escrita a golpes de machado
Enzo Mari, 2001
Obviamente, o homem projeta desde as suas origens e as descrições dos antigos projetos, quando suficientemente documentadas, são comumente aceitas. Não é assim com a história dos últimos duzentos anos. Esta diferença se dá não apenas por uma perspectiva histórica, mas, sobretudo, porque entre o fim do século XVIII e o início do século XIX uma série de eventos, estritamente coligados, dão a marca à ideologia de um novo e contraditório modo de projetar, o design.
Postado: 16/06/2008
Edição: Ano I - Número 6
 
Padrões Financeiros do Gosto
Thorstein Veblen, 1899
A advertência já foi repetida mais de uma vez: enquanto o modelo que regulamenta o consumo exige, em grande parte, o desperdício conspícuo, esse princípio na sua forma simples e rudimentar não deve ser entendido, de maneira alguma, como a motivação pela qual age o consumidor.
Postado: 15/05/2008
Edição: Ano I - Número 5

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